Entre os patrocinadores da iniciativa encontra-se a Sanyo, que cedeu um conjunto de baterias de 74kWh de iões-lítio, e a Toyo, que forneceu os pneus de baixa resistência ao rolamento.
segunda-feira, 23 de Novembro de 2009
Novo recorde de autonomia para um eléctrico
Entre os patrocinadores da iniciativa encontra-se a Sanyo, que cedeu um conjunto de baterias de 74kWh de iões-lítio, e a Toyo, que forneceu os pneus de baixa resistência ao rolamento.
sexta-feira, 20 de Novembro de 2009
meeeeeega-Bomba
Outra-BOMBA
Fonte nao identificada revela também que pacto envolve free-pass, no Victoria, Vilamoura Golf Club.
Contra-BOMBA
Hoje lembrei-me desta, amanha talvez tenha consciencia que é uma barbaridade, mas quem sabe na segunda serei um grande do jornalismo nacional.
segunda-feira, 9 de Novembro de 2009
Novo apresentador do Jornal de Sexta.
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Ainda a propósito do Colégio Militar
Colégio Militar como te quero
Agora, mais que nunca que estou velho;
E como lembro ainda o tom severo
Do teu valiosíssimo conselho.
Quando te conheci era um fedelho
E tu um Centenário digno austero.
E hoje te vejo como espelho
Das mais nobres virtudes que venero.
Não tenho pergaminhos. Se os tivera,
Havia de trocá-los, quem me dera...
Apenas só por este que me apraz:
Quando baixar à terra, mudo e frio
Escrevam-me na campa este elogio:
"Menino foi da Luz. Descanse em Paz".
Joao Braz de Oliveira 206/1897
Nota: 206 era o número de JBO no CM, e 1897 o seu ano de entrada na instituição (geralmente com 10 anos de idade).
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Solidariedade: um passo de gigante??
Era notícia hoje da Lusa a criação da bolsa de valores sociais. Somos, segundo a peça da Lusa, o primeiro país da Europa a ter este mecanismo em funcionamento. É uma excelente iniciativa (pelo menos idilicamente), independentemente do momento socio-económico que se vive. Parabéns aos Promotores!! Agora é só perceber o seu funcionamento, participar, e aguardar por resultados.
Lisboa, 02 Nov (Lusa) - Portugal torna-se hoje o segundo país no mundo e o primeiro na Europa a lançar uma Bolsa de Valores Sociais, um conceito criado em 2003 no Brasil para financiar projectos de luta contra a pobreza e a exclusão.
Apoiada pela Euronext Lisboa e as Fundações Gulbenkian e EDP, a Bolsa de Valores Sociais (BVS) arranca com a emissão de acções de quatro organizações e pretende alcançar outras instituições que desenvolvam projectos de carácter social.
Empresas ou cidadãos a título particular podem aceder ao site www.bvs.org.pt e escolher o projecto que pretendem apoiar com 10 euros ou mais, sendo que o registo de investidor lhes dá a possibilidade de acompanhar o desenvolvimento da iniciativa que escolherem, bem como as contas relacionadas com a respectiva actividade.
domingo, 1 de Novembro de 2009
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Dra. Rauni Kilde ex-ministra da sáude da Finlândia e a Gripe A
O depoimento da ex-Ministra da Saúde da Finlândia, Dra. Rauni Kilde, é muito claro e corajoso. Será verdade ou pura teoria da conspiração? Os iluminados que se pronunciem...
Nota: desculpem a tradução em espanhol, mas era o que havia.
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Acreditar
Servir
Andei lá 10 anos, e ainda hoje os recordo como dos melhores da minha vida. Se me perguntarem se lá poria o meu filho daqui a 5 anos, pela minha vontade sim, sem qualquer tipo de hesitação...
sábado, 24 de Outubro de 2009
Às vezes a Lusa também traz estes tesourinhos

Vejam o que relatou a Lusa no passado dia 21:
«A Assembleia Legislativa, com os votos da maioria do PSD-Madeira e a abstenção da oposição, chumbou o projecto de resolução do Partido da Nova Democracia-Madeira que pretendia erigir "uma estátua ao dr. Alberto João Jardim", em "bronze ou outro metal nobre, com cerca de 50 metros de altura, que represente o amado e líder da Madeira Nova".
O projecto de resolução recomendava que a estátua fosse colocada no cimo do antigo Forte de São José, na entrada da Pontinha e que fosse concebida com uma escada interior que permitisse aos visitantes "a subida até à altura da cabeça dessa obra de arte, de onde poderão observar a baia e a mui nobre cidade do Funchal, através dos olhos do seu amado líder".
Recomendava ainda que na base do pedestal fossem colocadas pequenas rodas em aço ligadas por correias transmissoras "a um mecanismo propulsor interno" que permitisse que a estátua acompanhasse o movimento do Sol "como fazem os girassóis" e que, "na altura do zénite do astro rei", a obra escultórica emitisse "um forte silvo" como símbolo para as gerações vindouras dos "imortais dotes oratórios de Alberto João Jardim»
Lusa, usa e abusa.

A letra de Rui Reininho não é bem assim (no original é USA), mas bem que poderia ser, caso o conhecido artista pop a tivesse escrito depois de ler atentamente um qualquer newsfeed do google sobre um assunto nacional e escrito em português.
É que chega a ser deprimente verificar, a desfaçatez com que tantos jornalistas têm o desplante de assinar como peças suas meras transcrições, por vezes 100% literais, dos takes da Lusa!
E onde está a consulta às fontes? A rectificação da notícia por meios próprios? A simples criatividade individual? O mais singelo pudor e reserva em evitar o plágio?
“Deontologia jornalística foi vista algures perto de nenhures procurando quem do sindicato a reconheça, e a acolha de novo em sua casa.”
Dava um bom titulo para uma notícia, não dava? Mas se calhar é muito extenso para um take da Lusa. E depois, “se não há take da Lusa é porque não aconteceu”.
O fim da era do jornais, novas ameaças.
Para alguns, esta época de escrutínio popular virtual, é a quinta-essência da democracia. Toda a gente comunica com toda a gente sobre tudo, e tudo é razão para comunicar com toda a gente (vide “Caso Maitê”). Acontece que o tempo não estica, nem a nossa memória ou capacidade de concentração. Assim perdemos tempos infinitos com o imenso lixo informativo com que literalmente somos submersos no quotidiano digital.
Paul Starr, num extensíssimo artigo que publicou a 4 Março no The New Republic, alerta para os perigos decorrentes desta alteração de comportamentos.
Apesar de longo, recomendo vivamente a sua leitura principalmente aos profissionais da comunicação.
Na prática, por maiores que sejam as tentativas de adaptação dos meios de informação tradicionais às novas plataformas de partilha de conhecimento, a lei da substituição já se faz sentir, e com ela, um enfraquecimento das empresas que sustentam os projectos de comunicação mais consistentes. Neste texto intitulado: Goodbye to the Age of Newspapers (Hello to a New Era of Corruption), o autor associa o “downfall” dos grandes jornais a uma maior incapacidade destes de perscrutarem a verdade para lá da opacidade burocrática dos Estados e das suas decisões. Que não existam ilusões, só muito dificilmente, comodamente sentados no nosso sofá da sala, vamos conseguir deslindar um novo Watergate. O autor vai mais longe ao crer que há quem aproveite com o “fim da era dos jornais”, e contribua activamente para um crepúsculo prematuro da dita.
A democracia contemporânea e a imprensa, principalmente a escrita, cooperaram e dirimiram competências que provaram ser correspondentes. Assim fizeram o seu caminho, ambas prosperando até à era digital. É inegável que ambas se alimentaram e disciplinaram. A democracia aprofundou-se nos jornais, e os jornais atingiram a sua plenitude nas democracias mais avançadas.
Chegados à era do digital, da internet, dos blogues do Twitter, de todo um mundo literalmente na palma da mão (palmtop), assistimos à mudança de paradigma naquele que foi durante a segunda metade do século XX o mecanismo de auto regulação por excelência das democracias modernas: o jornalismo profissional e independente. Alicerçado economicamente em fortes grupos de media, os jornais que davam garantias de coerência, ética, e profundidade na reportagem da realidade, foram paulatinamente, sendo substituídos por uma espécie de “faça você mesmo”. Hoje, pela acessibilidade com que está à disposição do cidadão comum a acuidade dos motores de busca que, qual alegoria, cada um de nós tem a ilusão do acesso a todas as fontes de informação world wide (…web). Assim, criadas as devidas condições, nasceu em cada cidadão um repórter X que se auto-recria nas noites de insónias pesquisando e opinando (virtualmente) sobre o que lhe dá na real gana. Como um treinador de bancada, após algumas horas de navegação e uns poucos milhares de caracteres publicados no Facebook, o cidadão/repórter X acha-se mais ciente dos problemas do planeta e primus inter pares no apontamento das soluções para Mundo, e tem para si, que se fosse director do Expresso fazia melhor trabalho do que o Henrique Monteiro…
Sem jornais, sem jornalismo de investigação, a sociedade será consideravelmente mais oculta aos seus próprios olhos. Promotores de comportamentos ilegais ou socialmente censuráveis, como o da corrupção, podem desse modo, e com um muito maior sentimento de impunidade, grassar silenciosamente a coberto do escrutínio de um pretenso jornalismo popular que nada descobre e que pouco denuncia.
O que seria do processo Casa Pia sem jornalismo de investigação e grandes jornais que o suportem?
A esta hora o Bibí ainda andava a transportar alunos da Casa Pia para actividades extra-curriculares.
A ver vamos.
Não é cientificamente, que podemos afirmar o que quer que seja sobre o que os novos comportamentos informáticos podem influir definitivamente na imprensa, e muito menos na qualidade da democracia.
Mas os primeiros indicadores estão aí:
Menos leitores/consumidores - Desequilíbrio na balança entre os proveitos de venda em banca e as receitas de publicidade - Maior dependência do poder económico.
Enfraquecimento das empresas de comunicação social - Piores condições de trabalho/remunerações para os seus profissionais - Menor liberdade destes no exercício de quaisquer funções, quanto mais no exercício da crítica pública...
Empresas de media mais fracas - Mais aglutinações e junções entre estas - Menos títulos - Menor diversidade de projectos e de linhas editoriais.
A democracia como a conhecemos necessita dos jornais. A democracia do futuro como a não conseguimos adivinhar, a ser construída sem jornais, não augura nada de bom.
“Tenho mais medo de três jornais do que de cem baionetas”
Napoleão Bonaparte
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Visita os melhores restaurantes sem saíres de casa.
No bom caminho, e coerente com uma estratégia que não é de agora, a Impresa reforça com as mais avançadas tecnologias digitais, uma verdadeira excelência de conteúdos num segmento onde ainda existem muitas oportunidades de negócio por explorar.

