terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Cidadão ou sujeito de protecção da Polis?
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Novo recorde de autonomia para um eléctrico
Entre os patrocinadores da iniciativa encontra-se a Sanyo, que cedeu um conjunto de baterias de 74kWh de iões-lítio, e a Toyo, que forneceu os pneus de baixa resistência ao rolamento.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
meeeeeega-Bomba
Outra-BOMBA
Fonte nao identificada revela também que pacto envolve free-pass, no Victoria, Vilamoura Golf Club.
Contra-BOMBA
Hoje lembrei-me desta, amanha talvez tenha consciencia que é uma barbaridade, mas quem sabe na segunda serei um grande do jornalismo nacional.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Ainda a propósito do Colégio Militar
Colégio Militar como te quero
Agora, mais que nunca que estou velho;
E como lembro ainda o tom severo
Do teu valiosíssimo conselho.
Quando te conheci era um fedelho
E tu um Centenário digno austero.
E hoje te vejo como espelho
Das mais nobres virtudes que venero.
Não tenho pergaminhos. Se os tivera,
Havia de trocá-los, quem me dera...
Apenas só por este que me apraz:
Quando baixar à terra, mudo e frio
Escrevam-me na campa este elogio:
"Menino foi da Luz. Descanse em Paz".
Joao Braz de Oliveira 206/1897
Nota: 206 era o número de JBO no CM, e 1897 o seu ano de entrada na instituição (geralmente com 10 anos de idade).
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Solidariedade: um passo de gigante??
Era notícia hoje da Lusa a criação da bolsa de valores sociais. Somos, segundo a peça da Lusa, o primeiro país da Europa a ter este mecanismo em funcionamento. É uma excelente iniciativa (pelo menos idilicamente), independentemente do momento socio-económico que se vive. Parabéns aos Promotores!! Agora é só perceber o seu funcionamento, participar, e aguardar por resultados.
Lisboa, 02 Nov (Lusa) - Portugal torna-se hoje o segundo país no mundo e o primeiro na Europa a lançar uma Bolsa de Valores Sociais, um conceito criado em 2003 no Brasil para financiar projectos de luta contra a pobreza e a exclusão.
Apoiada pela Euronext Lisboa e as Fundações Gulbenkian e EDP, a Bolsa de Valores Sociais (BVS) arranca com a emissão de acções de quatro organizações e pretende alcançar outras instituições que desenvolvam projectos de carácter social.
Empresas ou cidadãos a título particular podem aceder ao site www.bvs.org.pt e escolher o projecto que pretendem apoiar com 10 euros ou mais, sendo que o registo de investidor lhes dá a possibilidade de acompanhar o desenvolvimento da iniciativa que escolherem, bem como as contas relacionadas com a respectiva actividade.
domingo, 1 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Dra. Rauni Kilde ex-ministra da sáude da Finlândia e a Gripe A
O depoimento da ex-Ministra da Saúde da Finlândia, Dra. Rauni Kilde, é muito claro e corajoso. Será verdade ou pura teoria da conspiração? Os iluminados que se pronunciem...
Nota: desculpem a tradução em espanhol, mas era o que havia.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Acreditar
Servir
Andei lá 10 anos, e ainda hoje os recordo como dos melhores da minha vida. Se me perguntarem se lá poria o meu filho daqui a 5 anos, pela minha vontade sim, sem qualquer tipo de hesitação...
sábado, 24 de outubro de 2009
Às vezes a Lusa também traz estes tesourinhos

Vejam o que relatou a Lusa no passado dia 21:
«A Assembleia Legislativa, com os votos da maioria do PSD-Madeira e a abstenção da oposição, chumbou o projecto de resolução do Partido da Nova Democracia-Madeira que pretendia erigir "uma estátua ao dr. Alberto João Jardim", em "bronze ou outro metal nobre, com cerca de 50 metros de altura, que represente o amado e líder da Madeira Nova".
O projecto de resolução recomendava que a estátua fosse colocada no cimo do antigo Forte de São José, na entrada da Pontinha e que fosse concebida com uma escada interior que permitisse aos visitantes "a subida até à altura da cabeça dessa obra de arte, de onde poderão observar a baia e a mui nobre cidade do Funchal, através dos olhos do seu amado líder".
Recomendava ainda que na base do pedestal fossem colocadas pequenas rodas em aço ligadas por correias transmissoras "a um mecanismo propulsor interno" que permitisse que a estátua acompanhasse o movimento do Sol "como fazem os girassóis" e que, "na altura do zénite do astro rei", a obra escultórica emitisse "um forte silvo" como símbolo para as gerações vindouras dos "imortais dotes oratórios de Alberto João Jardim»
Lusa, usa e abusa.

A letra de Rui Reininho não é bem assim (no original é USA), mas bem que poderia ser, caso o conhecido artista pop a tivesse escrito depois de ler atentamente um qualquer newsfeed do google sobre um assunto nacional e escrito em português.
É que chega a ser deprimente verificar, a desfaçatez com que tantos jornalistas têm o desplante de assinar como peças suas meras transcrições, por vezes 100% literais, dos takes da Lusa!
E onde está a consulta às fontes? A rectificação da notícia por meios próprios? A simples criatividade individual? O mais singelo pudor e reserva em evitar o plágio?
“Deontologia jornalística foi vista algures perto de nenhures procurando quem do sindicato a reconheça, e a acolha de novo em sua casa.”
Dava um bom titulo para uma notícia, não dava? Mas se calhar é muito extenso para um take da Lusa. E depois, “se não há take da Lusa é porque não aconteceu”.
O fim da era do jornais, novas ameaças.
Para alguns, esta época de escrutínio popular virtual, é a quinta-essência da democracia. Toda a gente comunica com toda a gente sobre tudo, e tudo é razão para comunicar com toda a gente (vide “Caso Maitê”). Acontece que o tempo não estica, nem a nossa memória ou capacidade de concentração. Assim perdemos tempos infinitos com o imenso lixo informativo com que literalmente somos submersos no quotidiano digital.
Paul Starr, num extensíssimo artigo que publicou a 4 Março no The New Republic, alerta para os perigos decorrentes desta alteração de comportamentos.
Apesar de longo, recomendo vivamente a sua leitura principalmente aos profissionais da comunicação.
Na prática, por maiores que sejam as tentativas de adaptação dos meios de informação tradicionais às novas plataformas de partilha de conhecimento, a lei da substituição já se faz sentir, e com ela, um enfraquecimento das empresas que sustentam os projectos de comunicação mais consistentes. Neste texto intitulado: Goodbye to the Age of Newspapers (Hello to a New Era of Corruption), o autor associa o “downfall” dos grandes jornais a uma maior incapacidade destes de perscrutarem a verdade para lá da opacidade burocrática dos Estados e das suas decisões. Que não existam ilusões, só muito dificilmente, comodamente sentados no nosso sofá da sala, vamos conseguir deslindar um novo Watergate. O autor vai mais longe ao crer que há quem aproveite com o “fim da era dos jornais”, e contribua activamente para um crepúsculo prematuro da dita.
A democracia contemporânea e a imprensa, principalmente a escrita, cooperaram e dirimiram competências que provaram ser correspondentes. Assim fizeram o seu caminho, ambas prosperando até à era digital. É inegável que ambas se alimentaram e disciplinaram. A democracia aprofundou-se nos jornais, e os jornais atingiram a sua plenitude nas democracias mais avançadas.
Chegados à era do digital, da internet, dos blogues do Twitter, de todo um mundo literalmente na palma da mão (palmtop), assistimos à mudança de paradigma naquele que foi durante a segunda metade do século XX o mecanismo de auto regulação por excelência das democracias modernas: o jornalismo profissional e independente. Alicerçado economicamente em fortes grupos de media, os jornais que davam garantias de coerência, ética, e profundidade na reportagem da realidade, foram paulatinamente, sendo substituídos por uma espécie de “faça você mesmo”. Hoje, pela acessibilidade com que está à disposição do cidadão comum a acuidade dos motores de busca que, qual alegoria, cada um de nós tem a ilusão do acesso a todas as fontes de informação world wide (…web). Assim, criadas as devidas condições, nasceu em cada cidadão um repórter X que se auto-recria nas noites de insónias pesquisando e opinando (virtualmente) sobre o que lhe dá na real gana. Como um treinador de bancada, após algumas horas de navegação e uns poucos milhares de caracteres publicados no Facebook, o cidadão/repórter X acha-se mais ciente dos problemas do planeta e primus inter pares no apontamento das soluções para Mundo, e tem para si, que se fosse director do Expresso fazia melhor trabalho do que o Henrique Monteiro…
Sem jornais, sem jornalismo de investigação, a sociedade será consideravelmente mais oculta aos seus próprios olhos. Promotores de comportamentos ilegais ou socialmente censuráveis, como o da corrupção, podem desse modo, e com um muito maior sentimento de impunidade, grassar silenciosamente a coberto do escrutínio de um pretenso jornalismo popular que nada descobre e que pouco denuncia.
O que seria do processo Casa Pia sem jornalismo de investigação e grandes jornais que o suportem?
A esta hora o Bibí ainda andava a transportar alunos da Casa Pia para actividades extra-curriculares.
A ver vamos.
Não é cientificamente, que podemos afirmar o que quer que seja sobre o que os novos comportamentos informáticos podem influir definitivamente na imprensa, e muito menos na qualidade da democracia.
Mas os primeiros indicadores estão aí:
Menos leitores/consumidores - Desequilíbrio na balança entre os proveitos de venda em banca e as receitas de publicidade - Maior dependência do poder económico.
Enfraquecimento das empresas de comunicação social - Piores condições de trabalho/remunerações para os seus profissionais - Menor liberdade destes no exercício de quaisquer funções, quanto mais no exercício da crítica pública...
Empresas de media mais fracas - Mais aglutinações e junções entre estas - Menos títulos - Menor diversidade de projectos e de linhas editoriais.
A democracia como a conhecemos necessita dos jornais. A democracia do futuro como a não conseguimos adivinhar, a ser construída sem jornais, não augura nada de bom.
“Tenho mais medo de três jornais do que de cem baionetas”
Napoleão Bonaparte
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
Visita os melhores restaurantes sem saíres de casa.
No bom caminho, e coerente com uma estratégia que não é de agora, a Impresa reforça com as mais avançadas tecnologias digitais, uma verdadeira excelência de conteúdos num segmento onde ainda existem muitas oportunidades de negócio por explorar.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Sobre o 5º poder asfixiado
Por coincidência, o ano passado tive a oportunidade de fazer um trabalho aprofundado sobre a liberdade de imprensa na Lituânia (parece excêntrico mas é verdade), e o principal indicador que utilizei foi exactamente este barómetro da Organização Repórteres sem Fronteiras.
Na Lituânia os jornalistas, e restantes profissionais dos media, gozam de uma imensa reputação social, pois foram eles que, em grande medida, mantiveram viva a língua nativa assim como alguns espaços de crítica e de liberdade durante a ocupação soviética. Os hábitos de consumo de media sobreviveram à democratização do país e até floresceram com a entrada de grandes grupos de comunicação internacionais no mercado lituano. Para quem não sabe, a Lituânia tem uma tiragem de jornais diários equivalente a 1/3 da sua população total, e em várias línguas (lituano, russo e sueco). Com uma alfabetização superior a 99%, toda a gente lê tudo sobre tudo.
Ao ler alguns textos locais traduzidos para inglês, verifiquei que o que por lá é corriqueiro de se escrever sobre os assuntos mais sérios, aqui nem no pasquim "Fala Barato" seria admissível. Qual rigor e imparcialidade? Qual código de conduta profissional? Qual mero cuidado estético e de linguagem no tratamento das mais nobres instituições nacionais e internacionais? Lá, cada jornalista faz da sua página o seu púlpito e vale tudo: insultos, insinuações, realidades virtuais e até noticias inventadas. Com o desmantelamento da União Soviética, a Lituânia teve que criar o seu próprio ordenamento jurídico constitucional (mais próximo dos das democracias europeias ocidentais). Por lapso, ou nem por isso, mais por receio do poder que detêm os media na Lituânia, a legislação local era absolutamente omissa sobre a prática do jornalismo. Não existiam quaisquer crimes, e logo, quaisquer contra-ordenações associadas, sobre o que quer que se escrevesse ou se dissesse sob as vestes de jornalista. Então porque é que a RSF colocava a Lituânia mais de 40 lugares abaixo de Portugal no ranking de 2006?
Não era absolutamente livre a pratica do jornalismo naquele país?
A resposta é tão simples quanto isto. À época, e perante as inúmeras calúnias, injúrias e mentiras que quotidianamente eram propaladas pelos media locais, o governo lituano tentava aprovar uma lei que regulamentasse a prática do jornalismo no seu país, à luz do que acontece em qualquer país livre. Uma das formas de retaliação da corporação jornalística Lituana foi envenenar a opinião pública internacional contra o poder político local, também através de uma resposta extremamente negativa ao inquérito que a RSF lhes enviou. Um case study que talvez ajude a explicar a súbita queda de Portugal no ranking dos países com maior liberdade de imprensa.
A classe jornalística, à escala planetária, lida bem com uma liberdade (e ainda bem que a defende), mas é avessa à responsabilização, e em algumas das democracias mais liberais, coopera involuntariamente na asfixia social que as transforma em sociedades carentes de verdadeira informação.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Liberdade de Imprensa, ou talvez não
Neste momento estamos ao nível do Mali..
Mas se bem calha, daqui a quatro anos já estamos ao nível de Cuba...
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
A política de verdade de Manuela Ferreira Leite
Deus Pinheiro renuncia ao cargo de deputado
"Foi uma renúncia em tempo recorde. João de Deus Pinheiro, cabeça-de-lista do PSD por Braga, foi deputado pouco mais de meia hora. Logo após a posse dos novos deputados, depois das 10h00, reuniu-se a comissão de verificação de mandatos onde foi aprovada a renúncia ao mandato do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros por “motivos pessoais”.
A saída de Deus Pinheiro apanhou de surpresa a direcção da bancada ainda em funções, que, apurou o PÚBLICO, chegou a sugerir que suspendesse por algumas semanas o mandato. Em vão. Para o lugar do deputado entra agora o presidente da JSD, Pedro Rodrigues, que não foi eleito directamente nas legislativas de 27 de Setembro."
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Escrutinar os Outdoors Autárquicos - Best Of Edition

Categoria "Suspense"

Categoria "Sem Espinhas" I

Categoria "Sem Espinhas" II

Categoria Padre José Luís Borga - Põe tua mão na mão do meu Senhor, da Galileia...

Categoria "Figurantes"

Categoria "Mão na Massa"

Categoria "Die Hard"

Categoria "Madre Teresa de Calcutá"

Categoria "Prémio Carreira" - Edição dupla


Finalmente Categoria "Sinceridade e Transparência"

Foi este o melhor do nosso marketing político (mais caricato) nestas autárquicas 09
terça-feira, 13 de outubro de 2009
Maitêgate

Esta senhora bem conhecida de todos os Portugueses tem estado na ordem do dia de hoje por causa de um vídeo polémico (aqui) já divulgado há 2 anos em que retrata Portugal e os Portugueses de uma forma não muito agradável.
Não me vou pronunciar sobre o que Maitê Proença disse no programa Saia Justa. Acho mais interessante o facto de estarmos numa época em que os buzzes do dia-a-dia podem ter já acontecido há 2 anos (como aconteceu com o programa em que aparece Maitê). Acho mais interessante perceber como é que este video só muito mais tarde teve a sua projecção quando é inegável a imensidão do mundo ligado em rede.
Uma história dos tempos modernos

Transcrito do The London Times
«No exterior do England 's Bristol Zoo existe um parque de estacionamento para 150 carros e 8 autocarros. Durante 25 anos, a cobrança do estacionamento foi efectuada por um muito simpático cobrador. As taxas eram o correspondente a 1.40 € para carros e 7.00 € para os autocarros.
Um dia, após 25 sólidos anos de nenhuma falta ao trabalho, o cobrador simplesmente não apareceu. A administração do Zoo, então, ligou para a Câmara Municipal e solicitou que enviassem um outro cobrador. A Câmara fez uma pequena pesquisa e respondeu que o estacionamento do Zoo era da responsabilidade do próprio Zoo, não dela. A administração do Zoo respondeu que o cobrador era um empregado da Câmara. A Câmara, por sua vez, respondeu que o cobrador do estacionamento jamais fizera parte dos seus quadros e que nunca lhe tinha pago ordenado.
Enquanto isso, descansando na sua bela residência nalgum lugar da costa da Espanha (ou algo parecido), existe um homem que, aparentemente, instalou a máquina de cobrança por sua conta e então, simplesmente começou a aparecer, todos os dias, cobrando e guardando as taxas de estacionamento, estimadas em 560 € por dia... durante 25 anos!!! Assumindo que ele trabalhava os 7 dias da semana, arrecadou algo em torno de 7 milhões de Euros.»
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Terminar bem o fim de semana

= MAIORIA ABSOLUTA
PS 44,01% (123.372 votos) 9 mandatos
PSD/CDS/MPT e PPM 38,69% (108.457 votos) 7 mandatos
CDU 8,07% (22.623 votos) 1 mandato
BE 4,56% (12.795 votos) 0 mandatos
... para além de o PS ter tido mais votos (mais de 2 milhões), mais mandatos (quase 1.000 autarcas eleitos) e ainda de eu próprio ser igualmente autarca em Lisboa (assembleia de freguesia de São Domingos de Benfica).
sábado, 10 de outubro de 2009
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
O caimão afinal não está acima da lei
O Tribunal considerou que esta lei violava o princípio da igualdade dos cidadãos perante a lei. E é este, sobretudo, o princípio que importa reter. Não há cidadãos diferentes perante a lei. Todos têm de responder perante ela. Mesmo que se trate do chefe do Estado ou do chefe do Governo de um país. Não há privilégios que possam ser granjeados a um ou a determinados indivíduos.
Os políticos têm de perceber que a sua legitimidade resulta dos votos dos eleitores e, por isso, periodicamente têm de estar submetidos ao juízo do escrutínio eleitoral. Mas também têm de perceber as consequências de vivermos num Estado de direito democrático em que os tribunais garantem a administração da justiça. Por isso, um cidadão, chame-se ele Berlusconi ou Zé da Esquina, tem direito a poder ver os seus direitos e interesses legalmente assegurados por um tribunal, estando-lhe também assegurada a presunção da inocência.
Viu-se nesta decisão relativa a Berlusconi a importância de haver um Tribunal Constitucional que permita julgar a validade jurídico-constitucional das leis. O Tribunal Constitucional é o último reduto do Estado de direito democrático. Nunca é demais recordar a proposta absurda de Luís Filipe Menezes de extinguir o Tribunal Constitucional. Pode considerar-se que na configuração de um Tribunal Constitucional deve evitar-se a sua politização ou partidarização mas não se pode propor a sua extinção.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Depois do anúncio do Rio'2016...
Mais um sinal da consistência da política económica do Presidente Lula e da credibilização internacional deste país no contexto internacional. Afinal, a organização do Mundial'2014 e dos Jogos Olímpicos'2016 não se deve apenas à conjugação do samba, bossa nova e beleza natural e humana.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Parabéns, Rio'2016!
Então e a Grécia?? Atenas não esteve a arder??
«Portugal foi, até ao início de Setembro, o terceiro país da União Europeia mais fustigado pelos incêndios florestais em 2009, a seguir a Espanha e Itália, de acordo com o Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais (EFFIS), ligado à Comissão Europeia.»
9 de Outubro - Auditório do Instituto Franco-Português
Um concerto imperdível!
http://www.myspace.com/moriartylands
http://www.festadocinemafrances.com/
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
O Pântano II, ou uma breve reflexão dos resultados eleitorais
“… o voto comunista é um voto mais consciente…” é um slogan patológico tipo de um mundo clivado.
Jerónimo de Sousa, com a sua bonomia própria de um homem honesto e simples, foi uma excelente escolha para retardador de um fim anunciado, enquanto partido relevante na cena política portuguesa.
BE / Francisco Louçã
É um partido moderno, cosmopolita, e de protesto, como ficou evidente nesta campanha eleitoral (para mim sempre foi, pois conheço muitos dos protagonistas de outros filmes em que já desempenhavam este papel).
É um partido que se alimenta do ódio ao poder (ou será inveja destrutiva), que capitaliza o descontentamento contra o sistema, embora nesta campanha tenham deixado (estrategicamente) cair o termo revolucionário afirmando-se como um Partido Socialista, Republicano e Laico!
Como diria o Sérgio Godinho: Pode alguém ser que não é?
Francisco Louça é eficaz no papel do florentino Girolamo Savonarola, na sua luta entre o bem e o mal, mas nunca a assumir o papel da responsabilidade e do compromisso.
CDS / Paulo Portas
É um partido unipessoal, que vive do brilhantismo mediático, da argúcia política e da combatividade do seu líder.
Procura nichos de mercado (ex-combatentes, lavoura, pensionista, etc…), é exímio no discurso (sound-bytes), e agita fantasmas (criminalidade, emigração, subsidio à pobreza, etc..) com máxima eficácia.
É um político camaleão: um dia mete uma boina e umas botas caneleiras e é o defensor da lavoura; outro dia mete o fato inglês riscado e é o Ministro da Defesa; outro dia abre os 3 primeiros botões da camisa e é o Paulinho das Feiras, etc…
Fala-se que o Jonnhy Depp não quer fazer a 4ª sequela dos Piratas das Caraíbas, porque não Paulo Portas? Consta que entende de Submarinos…
Breve comentário
É preocupante como estes partidos têm reforçado a sua posição, são partidos relevantes apenas enquanto representantes de uma consciência crítica da sociedade, mas nunca relevantes nem formatados para exercerem uma acção governativa.
Na Alemanha aconteceu o mesmo com o reforço dos partidos dos extremos, assim como no resto da Europa está a acontecer o mesmo, com preocupante referência para a extrema-direita.
Nos próximos tempos vamos assistir aos três partidos a fazerem de Carochinha (cada qual com o seu caderno de encargos), tentando seduzirem o João “Sócrates” Ratão para um casamento (alias união de facto) sem amor.
Coligações seriam defraudar os eleitores (e mesmo as várias sensibilidades internas do PS), acordos de incidência parlamentar não permitirá uma governação reformista que o Pais precisa.
Proximo acto:
PSD / Ferreira Leite
PS / José Socrates
As perguntas que um jornalista não pôde fazer
Um jornalista vai a Belém ouvir o Presidente da República, mas não pode fazer perguntas e fica com um 'montão' delas entaladas na garganta.
Um jornalista em Belém ouve o Presidente dizer que houve "manipulação" com o seu nome e a sua figura durante a campanha eleitoral e não pode perguntar por que não a denunciou.
Um jornalista em Belém fica, ali, sentado, a ouvir o Presidente a dizer que considera "graves as declarações de destacadas personalidades do Governo" sobre a eventual participação de membros da sua Casa Civil na elaboração do programa do PSD e que elas são "mentira", e não pode inquirir por que ele não o disse.
Um jornalista em Belém ouve o Presidente afirmar que tem dúvidas sobre os termos exactos das declarações atribuídas a um membro da sua Casa Civil e não pode perguntar a razão pela qual se calou.
Um jornalista em Belém escuta o Presidente dizer que desconhecia totalmente a existência de um e-mail publicado num jornal e que duvida da veracidade das afirmações nele contidas, e não pode perguntar porque razão então houve esse e-mail.
Um jornalista em Belém vê o Presidente, crispado, dizer que não vê onde está o mal de um membro do seu staff ter sentimentos de desconfiança em relação a outros, e não pode perguntar: mesmo se esse outro é um "elemento do gabinete do primeiro-ministro", como está escrito no e-mail?
Um jornalista em Belém ouve o Presidente reafirmar que há dúvidas de que alguém pudesse ter falado em seu nome não estando para tal autorizado e que é por isso que faz "alterações" na sua Casa Civil e não perguntar se o seu colaborador foi ou não demitido ou se permanece ao seu serviço.
Um jornalista em Belém entende que o Presidente se interroga sobre a confidencialidade dos seus computadores e não pode perguntar: mas foi só agora que tem essa suspeita ou há mais tempo?
Um jornalista em Belém ouve o Presidente dizer que se ultrapassaram "os limites do tolerável e da decência" e, finalmente, pergunta-se: e agora, como é que Presidente e Governo vão coabitar, logo agora, que o país mais precisa?
Luisa Meireles (www.expresso.pt)
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Justiça - Aquela máquina

segunda-feira, 28 de setembro de 2009
E agora mãos à obra em Lisboa
Nas hostes santanistas houve logo que prenunciasse a vitória, esquecendo-se que estamos perante eleições bem distintas e que - sobretudo e acima de tudo - os Lisboetas olharão para a sua cidade, para a gestão rigorosa de António Costa nos últimos 2 anos e para o seu programa de acção para os próximos 4 anos. É isso que está em jogo.
O mistério Português...
No obstante, cada vez más españoles se enamoran de Portugal y se adentran en el misterio portugués. Lo primero que comprenden es que se trata de un país apasionado por las distancias. Cuando se está en Portugal no se está en Portugal, sino más bien en el prólogo de algo que se continúa en América, en África, en Asia y en el más lejano Oriente. El destino del país vecino es el viaje: se trata de una cultura que se busca a sí misma en el más allá. La consecuencia es que Portugal se descentra, se transfiere para su periferia. Y después pasa que uno se encuentra en Lisboa con una ciudad que es un hueco de nostalgias. Este culto de la distancia se refleja también en pequeños detalles de la vida cotidiana. Al portugués no le gusta, por lo general, convivir en la calle. Lo hace en la lejanía de las casas particulares. El primer contacto entre las personas adultas casi nunca empieza por el tú,sino por el usted.Hay amigos de muchos años y de férreas solidaridades que jamás se han tuteado. Siempre la distancia, aunque sea la distancia social de un tratamiento. Y en las cafeterías las mesas individuales se imponen a la barra multitudinaria. Quizás por todo esto al portugués, cuando llega a España, le parece que las personas están hablando a voces y que las cosas se han acercado peligrosamente a su cuerpo. Para los lusitanos, que son seres soñadores y muy virtuales, visitar España es como darse un buen masaje de realidades. Entretenido con esta dimensión erótica de la hispanidad, el portugués suele olvidar el laberinto de culturas y nacionalidades que constituye una de las riquezas y uno de los problemas de España. Piensan muchos españoles que Portugal es un país de pobres y se equivocan redondamente. Portugal es un país de ricos pobres, lo que es muy distinto. La nación vecina tiene, para quien la conoce bien, ese encanto polvoriento de las familias aristocráticas venidas a menos. Aunque su exterior pueda ser menesteroso, la mentalidad portuguesa es la de un rico. Pocos países habrán despilfarrado tanto. Pocos países se han relacionado con su economía, a lo largo de los siglos, de un modo tan perdulario. El rey Juan V, monarca de la primera mitad del siglo XVIII, envió al papa Clemente XI una embajada memorable, cuyos carruajes increíblemente lujosos se pueden visitar aún hoy en día en el Museu Nacional dos Coches. Al monasterio de Mafra, obra millonaria que fue uno de los símbolos de su reinado, le puso dos carillones porque uno le pareció barato. Quizás el origen de todo esto sea la época espléndida de la expansión marítima y del imperio, los siglos XV y XVI, en que Portugal, entrando en contacto con otros mundos del mundo, se perfiló como una novela de ensueño, inventando el realismo mágico antes de que fuera inventado. Lisboa se transformó en una ciudad muy rica: una "orgía de mercaderes", en palabras del historiador Oliveira Martins. En El burlador de Sevilla,se cuenta que existían comerciantes lisboetas que medían el dinero en fanegas, como se medía el trigo, porque no había tiempo ni paciencia para contar monedas. En los pisos bajos del Palacio Real se situaba la Casa de la India, que controlaba el comercio imperial. Y en el estuario del Tajo podían verse más de 500 naves ancladas, venidas del mundo entero. Lisboa era en aquella época lo que Nueva York está dejando de ser para que Shangai empiece a serlo. Al español le cuesta entender que el indigente portugués tenga una mentalidad tan aristocrática, pero así es, más por timidez que por orgullo. Resulta curioso comprobar que los lusitanos han sustituido los títulos nobiliarios por títulos académicos. A los licenciados se les trata socialmente de doctor y a los doctorados de profesor doctor,y en estas palabras hay como un eco de antiguos tratamientos de señor conde o señor marqués.Por lo demás, el portugués es muy barroco. Le gustan los detalles, no las estructuras. Aprecia, en todo, el talento decorativo. En un restaurante, el filete de ternera se sirve con patatas, arroz y verduras: el filete es pequeño, pero notable su séquito gastronómico. En España, los filetes de ternera son grandes y vienen con patatas fritas. Amante de las distancias y de los ensueños, perdulario y barroco, el lusitano es además muy individualista, lo que conlleva una cierta desorganización. Portugal transmite una suave impresión de caos, parecida a la que uno siente en una tienda de antigüedades. En España reina una mentalidad más geométrica, más germánica, quizás recuerdo del esplendor alemán de los Austrias. La historia no basta para explicar esta manera de ser tan encantadora cuanto, a veces, exasperante. Portugal nació en el siglo XII, fruto de la ambición de una familia francesa (el primer rey portugués, Alfonso Henríquez, es hijo de un aristócrata borgoñés), que se apoyó en la nobleza que existía entre los ríos Duero y Miño. En el remolino político de la reconquista nació este pequeño Estado, que en un principio intentó crecer hacia el norte, hacia territorio gallego, formando la unión lógica del noroeste peninsular. Pero la historia no es lógica, aunque pueda ser comprensible: fracasando en su aventura gallega, la expansión del nuevo reino se hará hacia el sur. Galicia y Portugal, que básicamente son lo mismo en lo que respecta a sus raíces, se separaron para siempre, y la especificidad portuguesa se desarrolló a partir de la fusión de su raíz galaica con las culturas árabes y semíticas meridionales. En 1385, con la victoria de Aljubarrota sobre los ejércitos castellanos, Portugal se aleja de la unión peninsular y, pocos años después, con la conquista de Ceuta, en 1415, se lanza a su aventura marítima. En menos de cien años, este país construye el primer imperio de dimensión mundial, con posesiones en América, África, Asia y Extremo Oriente. En realidad, es el primer imperio global, muy frágil por supuesto, pero el imperio español y el francés, el glorioso imperio británico y el actual imperio virtual norteamericano son una continuación de este primer boceto portugués. A partir de aquí, Portugal vive en la esquizofrenia de ser una pequeña nación que ha llevado a cabo grandes cosas: el portugués actual es un enano cuyos abuelos resulta que eran unos colosos. Desde el siglo XVIII hasta la actualidad, la cultura portuguesa, consciente de su decadencia, ha vivido marcada por la obsesión mimética de lograr parecerse a los grandes países occidentales: la misma obsesión que existió en España, pero en el caso español esta manía imitadora se equilibraba con el amor hacia la pandereta y hacia todo lo castizo. En Portugal, casi no existe este orgullo nacional. El portugués ama demasiado lo extranjero. Las películas en otros idiomas siempre se han subtitulado. Por el contrario, España no es país de subtítulos, sino de doblajes. ¿Cuáles son los retos actuales de la portugalidad? El lector ya se ha dado cuenta de que, en realidad, Portugal es un país inviable. Siempre lo ha sido. No posee una individualidad geográfica; sus raíces más profundas las comparte con Galicia; su propio idioma es una evolución, una mundialización del gallego. La independencia portuguesa hay que crearla todos los días. Por eso, ser portugués cansa muchísimo. Se puede ser alemán, británico o francés tranquilamente, pero sólo se puede ser portugués en la intranquilidad. Sin personalidad geográfica específica, los portugueses tuvieron que labrarse un territorio propio en la mar. Es con prodigios de este tipo que la portugalidad se ha ido construyendo. Cuando una pequeña nación se decide por un destino separado, rápidamente descubre que tiene que reinventar su independencia en cada nuevo día de su historia. La identidad portuguesa se fragua en este estado espiritual de vivir en la perpetua invención de su individualidad. Esto lo explicó muy bien Fernando Pessoa en Mensagem:el portugués es un militante de la imposibilidad. De su imposibilidad. Ser portugués constituye, en el fondo, una forma de heroísmo. En un occidente laico y hedonista, la sociedad portuguesa tiene alguna dificultad en aceptar el extraño sacrificio que conlleva la identidad lusitana. Y aquí se abre una paradoja: uno de los problemas del Portugal del último siglo ha sido su exceso de felicidad. La última invasión extranjera ocurrió en 1807; la última guerra civil se concluyó en 1834. Después de esto, las grandes catástrofes han ocurrido a lo lejos, como si fueran sueños. A lo largo del siglo XX, Portugal fue un país lunar. Y la nación se ha dormido. El Portugal actual no sabe por dónde tirar. No sabe cómo despertar. Pero este problema, que parecía ser específicamente portugués, se ha visto que, al final, es de todo el mundo occidental. Quizás a causa de la fragilidad de su economía, Portugal sintió primero los síntomas de una crisis que es de todos. Efectivamente, la Península Ibérica constituye un lugar profético. Profética fue nuestra relación con el mundo árabe, a partir del 711: un anuncio de la tensión que marca, aún en la actualidad, las relaciones entre las naciones occidentales y el islam. Profética fue también nuestra expansión colonial: un bosquejo de la actual globalización. Profética fue en fin la guerra civil de España. Quizás esta capacidad de profecía ocurra porque llegan aquí primero las pateras de la historia. En el callejón sin salida que es el presente de Occidente, Portugal se siente, por decirlo de alguna manera, en su ambiente. El futuro que no tenemos hoy los occidentales es el futuro que Portugal siempre ha tenido. Y puede que la capacidad de inventar y de inventarse de los lusitanos sea una de las llaves del porvenir.
Escrito por Gabriel Magalhaes para La Vanguardia
Profesor y escritor portugués (Luanda, Angola, 1965). Residió muchos años en España. Sobre temas ibéricos ha publicado las obras "Estar Entre" (2007) y "Garrett e Rivas: o Romantismo em Espanha e Portugal" (2009). Su novela "Não Tenhas Medo do Escuro" (2009) obtuvo el premio Revelación de la Asociación Portuguesa de Escritores. En la actualidad trabaja en la Universidad de Beira Interior (Portugal), donde ha desarrollado el proyecto de investigación Relipes (Relaciones lingüísticas y literarias entre Portugal y España desde el siglo XIX hasta la actualidad
O País político depois de 27 de Setembro
PS: todos os partidos consideram o Partido Socialista o grande derrotado destas eleições por ter perdido a maioria absoluta. No entanto, é preciso não esquecer que o PS conseguiu resistir às condições mais adversas vividas por um partido no poder na história democrática recente. E isso mostra a obstinação de Sócrates e a sua grande habilidade de inverter uma opinião pública largamente influenciada pelos media para diminuir as suas capacidades pessoais.
PSD: objectivamente o grande derrotado das eleições, em particular a sua líder, Manuela Ferreira Leite. Jogou o tudo ou nada na estratégia da asfixia democrática e faltaram-lhe ideias mobilizadoras de um eleitorado cada vez mais exigente. O PSD acabou esmagado pela incapacidade manifesta de MFL para ser uma líder credível. As autárquicas, que o PSD poderá vir a ganhar, apenas servirão para alinhar os candidatos à sua sucessão. Mas da noite eleitoral resulta uma excelente lição para a democracia: como não desbaratar uma distância tão curta para o PS.
CDS: o grande beneficiário da conjuntura política portuguesa (Governo naturalmente fragilizado pelos resultados da crise económica e PSD sem fôlego para ser uma alternativa). Portas recebeu um voto de confiança da direita portuguesa para se tornar o líder da oposição mas o apetite governativo já começou a notar-se.
BE: apesar de passar a contar com 16 Deputado, teve um resultado abaixo das previsões mais pessimistas. Foi penalizado pela demagogia de Louçã e pelas contradições ideológicas que ainda encerra. Tal como o CDS, o BE é cada vez mais um partido implantado em todo o País.
CDU: Baixa do 3.º lugar para o último lugar dos partidos com representação parlamentar o que, a meu ver, trará um efeito psicológico significativo na sua performance parlamentar. O resultado obtido – mesmo com alguns novos eleitores – demontra como Jerónimo de Sousa desperdiçou a melhor oportunidade de alargamento da base eleitoral do PCP.
Pequenos partidos: sinal negativo para o MEP, uma vez que depois de conseguir 52.828 votos nas Europeias com Laurinda Alves, não foi além dos 25.338 votos nas Legislativas, dos quais 8.974 em Lisboa, 3.611 no Porto e 1.497 em Aveiro, os seus distritos com candidatos mais fortes. Talvez não tenham entendido que um partido político em Potugal não pode funcionar como uma ONG. Sinal positivo para o PCTP-MRPP que superou, pela primeira vez, a barreira dos 50.000 votos. O seu slogan deveria ser “Ousar lutar, ousar vencer, ousar sobreviver”.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Prognósticos para dia 28 de Setembro

PS - Isto é a conclusão da triologia dos 3 posts anteriores. Convém ver todos. Depois é só somar as peças...
Esmiuçar a Governação dos últimos 4 Anos
Apreciem!
Não se brinca com quem usa cornos
terça-feira, 22 de setembro de 2009
... à beira de um ataque de nervos
O 15º melhor do Mundo






