sábado, 18 de julho de 2009

Eles saltam de trás da moita.


Seixal não será um roseiral, nem Santarém não deixará o Sr. Flores sem municipio, mas eles andam aí... os eternos "pretenders". Samuel abriu caminho na margem sul, na margem norte temos agora o desde sempre muito ribatejano José Gusmão. Por que partido? Pelo Bloco, claro... Claro não, vermelho! Não vos diz nada o nome? E "Che" Guilherme? Rings a bell?
Estou a imaginar o slogan da campanha:
"Toiros de morte, só se forem da JCP"
Boa sorte José, os alumninati da Académica estão contigo.

Hasta lá vitória siempre!

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Jackson Pepsi ad Fire

Vírus mediático


"Portugal subiu para 107 o número de casos de pessoas infectadas pelo vírus H1N1"... todos os dias ouvimos a imprensa noticiar o crescimento do número de casos de pessoas infectadas com este vírus gripal.

Quando é que vamos começar a ouvir notícias "Portugal tem neste momento 30 casos de pessoas infectadas pelo vírus H1N1, todas em recolhimento hospitalar, estando já registado 77 casos de pessoas, com alta clínica, que estão já em casa bem de saúde"?

quarta-feira, 15 de julho de 2009

A paixão (segundo Nicolau da Viola)

Quem não se lembra desta música da dupla Rui Veloso/Carlos Tê. Para os mais esquecidos era assim:

Tu eras aquela que eu mais queria
P'ra me dar algum conforto e companhia
Era só contigo que eu sonhava andar
P'ra todo o lado e até quem sabe?
Talvez casar

Ai o que eu passei, só por te amar
A saliva que eu gastei para te mudar
Mas esse teu mundo era mais forte do que eu
E nem com a forca da musica ele se moveu

Mesmo sabendo que nao gostavas
Empenhei o meu anel de rubi
Para te levar ao concerto
Que havia no rivoli

Era só a ti que eu mais queria
Ao meu lado no concerto nesse dia
Juntos no escuro de mao dada a ouvir
Aquela musica maluca sempre a subir

Mas tu nao ficaste nem meia-hora
Nao fizeste um esforco p'ra gostar e foste embora
Contigo aprendi uma grande licao
Nao se ama alguém que nao ouve a mesma cancao

Foi nesse dia que percebi
Nada mais por nós havia a fazer
A minha paixao por ti era um lume
Que nao tinha mais lenha por onde arder

Vamos ver se as duas últimas esfrofes da letra não se concretizam. Pois parece-me que esta união devido ao tamanho dos egos das personagens tem tudo para ser uma paixão de circustância (somente com o propósito de contar "espingardas" e unir "exércitos" em tempo de eleições), e nada de amor fraterno e sustentável no tempo. Na realidade é mais o que os separa do que aquilo que os une. Caso António Costa ganhe, é caso para dizer - a ver vamos...

Paragem Obrigatória - FMM 2009


Se há festival que merece a pena ser visitado é o FMM de Sines. As razões são de diversa ordem 1) localização, 2) coerência artística, 3) diversidade e riqueza cultural, 3) política de preços (variam entre 5€ - 10€), 4) ambiente fora de série e 5) excelente organização.

Por estas razões e outras que me esqueci de mencionar, aconselho uma visita obrigatória. É quase caso para dizer, se não ficar satisfeito, devolvem-lhe o preço do bilhete.

Espero vê-los por lá. Para mais informações - FMM2009

segunda-feira, 13 de julho de 2009

Carsharing takes off













quinta-feira, 9 de julho de 2009

Novo logo



Ideologias à parte, isto está com piada.

O verdadeiro tributo global a Michael Jackson


A rádio belga Studio Brussel lançou um site em que todos os fãs de MJ pode partilhar a sua apetência para fazer o célebre "moonwalk". Há videos de todo o Mundo, mas ainda não há de Portugal...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Esta noite sonhei que era Manuel Pinho...

Foi na apresentação do Mobi-e que Luís Viegas e Luís Filipe Pereira apareceram de costas voltadas. Ambos concordam que foi feito um excelente trabalho no desenvolvimento e concepção dos postos de carregamento aasim como na criação da própria rede que irá surgir em diversos pontos das cidades do nosso país. Já quanto à verdadeira aplicabilidade no terreno, as dúvidas e cepticismos surgem. Este trabalho feito, e bem feito, é apenas o final da etapa conceptual ou embrionária. O carsharing de veículos eléctricos não será uma realidade no nosso país, sem que este passo que foi dado nesta apresentação se torne uma realidade no quotidiano das cidades portuguesas. Vamos por as cidades portuguesas na linha da frente da inovação, tornando-as atractivas e consequentemente competitivas. Fazendo ao mesmo tempo descer a nossa dependência dos combustíveis fósseis, responsável por grande parte do nosso desiquilibrio na balança de transacções corrente. É um legado positivo que este governo deixa, apesar de ainda haver caminho a precorrer. Este foi também um dos últimos actos políticos do nosso rei da pop política, e cujas estranhas coreografias nos debates parlamentares lhe valeram a demissão - Manuel Pinho.

Separados à nascença?



Será que José Sócrates e Michael Jackson foram separados à nascença?

É que o processo de branqueamento a que se submeteram tem sido verdadeiramente idêntico.
Enquanto Michael Jackson começou esse processo após a saída dos Jackson Five, Sócrates começou após a ida para o Governo com Guterres.

O mais impressionante processo veio a culminar numa alteração radical do discurso desde as últimas Europeias.

Agora, José Sócrates pretende ser o melhor amigo dos portugueses, com o discurso pautado pela palavra "humildade".
Quatro meses de "humildade" não vão apagar 4 anos de arrogância, prepotência, altivez e autocracia!

Não resisto à piada fácil de dizer que Michael Jackson fez uma rinoplastia orgânica e "Pinócrates" uma rinoplastia conceptual...

Oposição à oposição



Parece crime.
Nos dias que correm dizer mal do Governo "é bem”, e dizer bem de quem diz mal não "cai mal". Que cretinice, intelectual de uns, moral de outros, agora o Sócrates é só defeitos e a Manuela é a própria da virtude?! Os “independentes” que hoje procuram a equidistância, pelo vogar da “onda critica” à actual governação, mais não fazem como Pilatos, em consciência sabem que nenhum governo alguma vez teve a coragem de fazer o que este fez. E sabem melhor ainda, como eram urgentes estas reformas e como se moveram mares e montanhas para impedir estas mudanças.
É inconcebível ouvir a candidata a primeira-ministra dizer que vai “mudar tudo na educação” e ficar calado?! Porque é que a antiga Ministra da Educação promete esta insensatez com tamanha irresponsabilidade? É o mais puro e inconsequente eleitoralismo. Deveria ser uma bandeira do PSD a avaliação dos professores, assim como o ensino profissional. Os "piquenos e médios empresários" não estão do mesmo lado da barricada daqueles que não querem ser avaliados, mas que querem continuar a ganhar €3000/mês por 20 horas de trabalho semanais e 2 meses de férias.
Temo por este país e pela qualidade da nossa democracia quando franjas significativas dos nossos supostos "melhores" navegam à vista não vão ter que fazer novos “amigos” a seguir às legislativas. “Até ao galo cantar haverás de renegar o meu nome três vezes” assim o terá dito Jesus Cristo ao apóstolo. Que raio de reformas podem, ou sequer valem a pena serem feitas quando os mesmos que as apoiaram quando Sócrates era invencível, agora as deixam cair sem estrondo? Apenas porque o vento pode passar a soprar da direita e é sempre mais fácil navegar à bolina!
O PSD não tem programa. Será pecado dize-lo?
A líder do PSD, foi desastrosa nas suas anteriores experiencias ministeriais. É mentira?
Caso as teses do PSD - privatização da CGD; privatização da Segurança Social - tivessem sido aplicadas, o que seria de nós no contexto de crise mundial? Não deveremos sentir a angústia deste futuro que poderia ter sido, e que graças à vontade dos portugueses e do governo socialista não foi?
É verdade a “politica de verdade”? A "Senhora" não imitou Dias Loureiro quando disse não ter sido ela a vender a PT quando afinal até foi ela que assinou bem a meio do curto consulado de Barroso.
E Santana Lopes para a CML... Em Oeiras nem candidato credível apresenta para não canibalizar o sempre seu Isaltino. Em Lisboa apresenta PSL em cuja personagem ainda à pouco menos de um ano dizia não votar fosse para que função fosse. É esta a VERDADE!
Sinceramente, apesar de todos os pesares que pesam (e muito) sobre os ombros de José Sócrates, o que já fez este PSD para merecer sequer o benefício da dúvida?
Agora é o Carlos Encarnação que está arguido por mais um negócio lesivo do interesse público, realizado durante os governos de que Ferreira Leite fez parte. Quantos mais “laranjas” têm que "ir dentro" para que se perceba que PS e PSD não “são todos iguais”? E que Manuela Ferreira Leite não foi de um dia para o outro que ficou diferente dos seus!
Provem que foi Constâncio quem roubou o BPN e que Dias Loureiro não teve a capacidade para o impedir! Até lá farei oposição a esta oposição. A este PSD não é a alternativa de futuro de que precisamos. A este PSD, espectro de um passado de que fugimos, mas que 4 anos não chegaram para enterrar.

terça-feira, 7 de julho de 2009

O internacional catolicismo.


- De pé ou vitimas da fé, de pé famélicos da ordem!
Podiam ser estas as primeiras frases do hino para a nova “autoridade politica mundial?”
Na encíclica “Caritas in veritate” ontem revelada, o Chefe de Estado do estado do Vaticano, defende a criação de uma “verdadeira autoridade politica mundial” com um “grau superior de organização à escala do governo da mundialização”. Na prática, uma estrutura politica global que acompanhe a globalização económica e cultural em curso.
Visão de futuro?
Ao Estado do Vaticano nada mais pode interessar do que a religião. É, por assim dizer, o seu “core business”. Da boa administração do seu capital místico e espiritual resulta a influencia que resta ao Papa para se imiscuir nos assuntos mais prosaicos da coisa terrena. Como pode vir o Papa criticar explicitamente o modelo da ONU, apresentar modelos de boa governação a estados laicos ou a outros embora religiosos mas não católicos, quando a Igreja Católica perde milhares de fieis a cada dia que passa? Quando a Igreja Católica Apostólica Romana falha deliberadamente no diálogo ecuménico com as outras religiões?
“In veritate” porque não propõe o Papa uma única religião global para todo o Mundo? Uma religião pela qual matar ou morrer não faria qualquer sentido de tão despojada dos bens e poderes materiais, de tão independente dos interesses dos homens.
Se os sacerdotes não sabem resolver os problemas da religião o que os leva a crer que são capazes de resolver os problemas da política e da economia? Se é a paz e progresso que se quer, que se acabem de vez com os ataques às poucas instituições que ainda vão garantindo algum desse progresso e paz como é o caso da ONU.
É preciso reformar a ONU, a UE, os EUA, a OTAN, a OCDE, o MERCOSUL, etc.? Sem dúvida!
Mas para Ratzinger deveria ser muitíssimo mais urgente reformar uma instituição mergulhada numa crise muitíssimo mais profunda, a Igreja Católica!

Manuela como Santana?


Manuela Ferreira Leite será, entre os líderes das principais forças partidárias, a única que não tira férias.
Apesar de ser uma mulher de família, este ano não haverá Verão em São Martinho do Porto, nem noutra praia qualquer. Esta será a Estação do tudo ou nada para o PSD, para que em Setembro não desça no apeadeiro.
Mas falando na última experiencia que tivemos com este binómio férias/PSD, recordo que o último Primeiro-Ministro do PSD também assumiu o governo sem repouso prévio, para logo 14 dias depois tirar umas férias no Algarve. Foi um belo exemplo!
A escolha de Manuela Ferreira Leite será tirar férias da campanha quando estiver à frente dos destinos da Nação? Ou vê a vitória como um cenário tão improvável que já tem termas marcadas para o Outono?
Em qualquer dos casos, e atendendo à veterania da candidata, seria bom que carregasse baterias antes do combate eleitoral, até porque, este promete ser duro.

Fechem os olhos e façam silêncio.

Não é pela franja que se vão apaixonar.

Tributo ao "Emigrante Português"

Aterrou na capital da nação, vindo da república das bananas, com 11 anos mal feitos, e chorou… Chorou, jogou, jogou, marcou, marcou e encantou Sir Alex que o levou na bagagem para a terra da “bifas”, e treinou, treinou, treinou, jogou e marcou, marcou, marcou, marcou, marcou. Até que chegou um empreiteiro espanhol com mais dinheiro que juízo e pagou, pagou, pagou 94 milhões de vezes pagou para ver este português a jogar à bola no Barnabéu. As “nereidas” só lhe fazem bem para desenjoar da bola que o acompanha do acordar ao pôr-do-sol. Cristiano Ronaldo tem tudo, porque a sua vida é o seu trabalho, ele é “O Emigrante Português”



Dedico este tributo aos mensageiros da desgraça que professam o naufrágio do “puto” na movida de Madrid.
Pode até nem ser o mais genial, mas é simplesmente o “perfect player”, inigualável! O Mundo já está a seus pés, Madrid tratará de o carregar em ombros.
Viva Cristiano! Viva Portugal!

Cientistas Gay isolam o gene do Cristianismo



E se em vez dos ratinhos, testassem este procedimento no Paulo Portas? Será que alguns dos cientistas gay evocariam objecção de consciência?

O homem que quase me fez mudar para o Benfica...

... continua a "fazer vitimas" nas ex-colónias.
Comigo, foi ouvi-lo falar apenas 20 minutos, e na rádio, sobre "o clube da sua freguesia". O brilhantismo da sua paixão contagiava a cada palavra...



Vou pedir um desejo: também eu gostava de partilhar uma mesa, uma hora que fosse, com esse Senhor, só há um tema sobre o qual não quero voltar a ouvi-lo falar... a bem do meu esforço, dedicação, devoção, e glória!

domingo, 5 de julho de 2009

Os "chifres" nas devidas testas.


Pinho, apesar dos chifres, fez-nos puxar pela cabeça. As despedidas são sempre momentos de balanço para uns e de embalo para outros. Estávamos habituados aos ministros da economia anónimos (nos consulados PSD o último com alguma notoriedade terá sido o Eng. Mira Amaral), ou então a mega ministros de governos rosa (estilo Pina Moura), que não dedicavam à economia mais do que o seu part-time. Entre os empresários, os papões que a esquerda radical esquece serem aqueles que geram riqueza e emprego, é unânime a opinião: Manuel Pinho foi um excelente ministro. Entre a oposição de direita, e agora que o dano foi superior às suas melhores expectativas, o ministro afinal não terá sido assim tão mau. As “gafes a la Pinho”, continuam catalogadas de “inaceitáveis indiciadores de desnorte governativo”, mas quando vamos às politicas em concreto do Ministério da Economia a critica fica pelos detalhes. O pensamento estratégico do ex-ministro estava correcto, assim como , agora que já é ex, é vista com outra bondade a dinâmica com que sempre respondeu aos problemas do tecido produtivo nacional. Os sociais-democratas sabem, que amordaçado, Manuel Pinho seria sempre um bom ministro da economia, até num governo PSD... Diz agora o cinismo critico ao serviço da predação laranja, que no "mundo real", no mundo do trabalho e da sociedade que lhes é tão distante, Manuel Pinho até seria reconhecido pelo trabalho feito, mas que na politica “as regras são outras”. Na "política de verdade" as regras são de facto outras, lá não há lugar ao mérito, apenas há espaço para o mal dizer. Se dúvidas ainda existissem sobre a capacidade de melhor fazer... mas nem isso!
Qual é o legado de Manuela Ferreira Leite nas pastas da Educação e da Finanças?
Respectiva e sumariamente: uma geração à rasca; 2 submarinos inúteis e uma “hipoteca geracional” ao City Group.
Haja decoro!
Haja memória!
Haja competência!
Manuel Pinho, foi uma indecorosa personagem política que ficará na nossa memória colectiva como um Ministro tão competente nas suas funções como era congenitamente compelido à gafe mais esdrúxula.
Confiando na memória curta dos eleitores, o PSD apresenta uma candidata a Primeira-Ministra comprovadamente incompetente nos Ministérios por onde passou, e agora, sem ponta de decoro, a “Senhora”, apresenta-se virgem!
Nem foi ela que privatizou a PT!
Quer “mudar tudo na Educação”!?
O que propõe?
Voltarmos ao tempo em dos estudantes com as calças na mão?
Do tempo do investimento ZERO no ensino profissional? Quando no ensino superior era aposta solitária de um sector privado lucrativo mas selvagem de que eram sócios ou cooperantes metade dos ministros de Cavaco Silva?
Para o povo português esta “senhora” já usou “chifres”. Não “os chifres de Pinho”, mas os “chifres” de uma gestão diabólica que mais soube destruir do que preparar o País para o futuro.
O povo português é inteligente, e se coisa aprendeu nos últimos anos é que aqui não há anjos ou “santinhas”. Na devida altura saberá recolocar os “chifres” nas devidas testas, porque única verdade” na política é a vontade dos cidadãos! Haverá mentira que dure sempre, ou forte que chegue para esconder o trabalho do governo de Sócrates com a peneira da “seriedade” de Manuela Ferreira Leite? Não creio.

sábado, 4 de julho de 2009

Atrás de mim virá, quem de mim bem dirá


Manuel Pinho será na próxima 2.ª feira substituído por Teixeira dos Santos nas funções de Ministro da Economia e da Inovação. Hoje de manhã estive no Forum Novas Fronteiras dedicado à Economia e entre vários economistas reputados, nacionais e estrangeiros, havia claramente a sensação de que Pinho, estando ausente, era o mais presente de todos.

Efectivamente, Manuel Pinho pode ter sido o mais mal amado de todos os Ministros de José Sócrates e pode até ter contribuído para essa percepção com as sucessivas "gaffes" e falhas protocolares a que nos habituou. Mas há uma coisa que ninguém pode acusar Pinho: não ter tido uma visão estratégica e de futuro para a economia portuguesa.

É graças a Manuel Pinho que se começaram a traçar linhas orientadoras muito claras para o desenvolvimento económico de Portugal. Veja-se o caso da Estratégia Nacional para a Energia, fortemente apoiada na promoção massiva das energias renováveis, ou mais recentemente a aposta no carro eléctrico. Veja-se o caso da aposta na internacionalização e na consciência da importância em reforçar as exportações. Logo com sinais visíveis: a balança tecnológica passou a ter um saldo positivo. Veja-se ainda a aposta na competitividade das empresas portuguesas como o "driver" essencial para estas poderem resistir aos tempos difíceis da actual crise económica internacional. Veja-se, por fim, a solidariedade e o empenho demonstrados em dezenas e dezenas de contactos com trabalhadores de empresas em situação difícil (e não falo apenas da Qimonda ou da Autoeuropa).

Em tudo o que fez, Manuel Pinho não deixou de ser, sobretudo, um grande motivador e de ser uma fonte de inspiração para os empresários portugueses com um discurso conciliador e mobilizador ("os portugueses têm de acreditar em si próprios", "transformar um desafio numa oportunidade", "antecipar as mudanças, de maneira a transformá-las em oportunidades"). Aconselho, por isso, vivamente a leitura do testemunho que nos deixou hoje no jornal i (ver aqui).